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"Não se preocupa. As coisas são assim mesmo, uma hora dá certo e a outra não. Mas do nada a felicidade chega e você até esquece que já deu errado um dia, é só ter paciência e fé."
Engelberg.  (via pequena-suicida)

(Source: engelberg, via youalwayscancatchme)

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"- Pergunto-me todos os dias quando essa tristeza vai passar… Lastimar o que me resta é deplorável, sei disso, mas não agüento. Alias, não estou agüentando. Meus pensamentos me contraem, é difícil não pensar no que passou. Pensamentos insanos, e vou te contar, ainda faço planos pra nós dois minha querida!
- Planos?
- Sim.
- Diacho!
- Algo de errado?
- Não. Pelo ao contrario, também faço planos pra nós.
- Então Maria, volte, volte pro nosso “amor”, eu sei que você também gosta de mim não é? Diz Maria, você gosta certo? Diz! Eu sei que você gosta, somos um só. Esquec…
- Perdão? Você ainda não disse o que veio fazer aqui senhor.
- Maria, você está se fazendo de besta? Diga! Estou esperando uma resposta. Diga que me ama! Eu amo-te Maria! – Disse ele, com tom de choro por vim.
- Não entendo! Não mandei você vim até aqui e dizer baboseiras, que hoje não significam mais nada pra mim.
- Tem certeza?
- Não.
- Então por que disse que não significa mais nada pra ti? Em?
- Porque é assim que tem que ser! Não fui eu que escolhi isso. Não foi! E outra você está bêbado. Bêbados não dizem coisa-com-coisa! Saía daqui!
- Peça desculpas!
(Silencio)
- Motivos?
- Só bebi um pouco Maria, estou “bem”. Não está vendo? Estou… Estou.
- Não está! Está dizendo bobagens, vou ser obrigada á fechar a porta na sua cara!
- Não, não faça isso Maria. Escute!
- Estou escutando.
- Eu sempre te amei. Sempre, sempre. E sei que sempre fui impassível, sim, mas isso não quer dizer que mude algo Maria. Somos diferentes, mas é isso que mais me atraem. Entendeu?
- Nunca gostei do teu jeito lascivo! – Disse Maria quase rindo.
(Risos)
- É, eu sei minha querida, mai…
- Não sou mais “sua” querida senhor.
- Desculpe-me. Mais Maria…? Não tenho mais o que falar.
- Está vendo? Você está bêbado!
- Não estou. Eu só quero uma coisa Maria.
- O que?
- Um beijo teu.
- Ando muito amedrontada, não, não. Você me fez sofrer, e nunca mais se quer eu faria isso outra vez, entendeu? Diacho! Chega! Não quero mais passar por isso outra vez.
- Maria escute, pare de ser birrenta e venha querida! – (Risos)
Maria deu por cima dos ombros, e se virou. E lá estava o moço ajoelhado no chão. Maria se virou e não agüentou o riso!
- Seu cafajeste, cretino, desgraçado, covarde, traidor… Diz-me, porque não tem como dizer não pra você senhor?"
“Maria e o senhorzinho”, Menina do livro dourado.   (via meninadolivrodourado)

(via pequenacaixa)

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quinzeparameianoite:

Convite para Lágrimas:
O dia que nasceu nossa filha meu marido, não sentiu grande alegria. Por que a decepção que sentia parecia, ser maior do que o grande conhecimento de ter uma filha. “Ah! Eu queria um filho homem!” Lamentava meu marido.
Em poucos meses ele se deixou cativar pelo sorriso de nossa linda Alice e pela infinita inocência do seu olhar fixo e penetrante, foi então que ele começou a amá-la como loucura. Sua carinha, seu sorriso não se apartavam mais dele. Ele fazia planos sobre planos, tudo seria para nossa Alice. Numa Tarde estávamos reunido em família,quando Alice perguntou a seu papai: - Papai…. Quando eu completar quinze anos, qual será meu presente? Ele lhe respondeu: - Meu amor, você tem apenas sete aninhos, não lhe parece que falta muito tempo para essa data? Respondeu Alice: - Bem papai.. tu sempre diz que o tempo passa voando, ainda que eu nunca o tenha visto por aqui.
Alice já tinha quatorze anos e ocupava toda a alegria da casa, especialmente o coração do seu papai. Num domingo fomos a igreja, Alice tropeçou, seu papai de imediato agarrou-a para que não caísse… Já sentados nos bancos da igreja, vimos como Alice foi caindo lentamente e quase perdeu a consciência. Seu papai agarrou-a e levou imediatamente para o hospital. Ali permaneceu por dez dias e foi então quando lhe informaram que Alice padecia uma grave enfermidade que afetava seriamente seu coração.Os dias foram passando, seu papai renunciou a seu trabalho para dedicar-se a Alice.Todavia, eu sua mãe, decidi trabalhar, pois não suportava ver Alice sofrendo tanto.
Numa manhã, ainda na cama, Alice perguntou a seu papai:
- Papai? Os médicos te disseram que eu vou morrer? Respondeu seu papai. - Não meu amor.. Não vais morrer, Deus é tão grande não permitiria que eu perca o que mais tenho amado neste mundo. Perguntou Alice: -Quando a gente morre vai pra algum lugar? Podem ver lá de cima sua família? Sabes se um dia pode voltar? Papai: - Bem filha,… Na verdade ninguém regressou de lá e contou algo sobre isso, porem se eu morrer, não te deixarei só , onde eu estiver buscarei uma maneira de me comunicar contigo, e em ultima instância utilizaria o vento para te ver. Alice: - Vento? Como vai conseguir isso? Papai: - Não tenho a menor idéia filhinha, só sei que se algum dia eu morrer, sentiras que estou contigo, quando um suave vento roçar teu rosto e uma brisa fresca beijar tua face. Nesse mesmo dia a tarde , fomos informado pelos médicos que nossa Alice necessitava de um transplante de coração , pois do contrario ela só teria vinte dias de vida. Papai: - Um coração! Onde conseguir um coração? Um coração! Onde , Deus meu? Nesse mesmo mês , Alice completaria seus quinze anos. E foi numa sexta–feira a tarde quando conseguira, um doador. Foi operada e tudo saiu bem. Alice permaneceu no hospital por quinze dias e nenhuma só vez seu papai foi visitá-la.Todavia, os médicos lhe deram alta e ela foi para sua casa. Ao chegar em casa Alice com ansiedade gritou: - Papai! Papai!… Onde tu estas? Eu sai do quarto com os olhos molhados e disse-lhe: - Aqui estar um carta que seu papai deixou para você.“Alice, filhinha do meu coração: No momento em que ler esta minha carta, já deve ter quinze anos e um coração forte batendo em teu peito, essa foi a promessa que me fizeram os médicos que te operaram.Não pode imaginar nem remotamente o quanto lamento não estar do teu lado neste instante. Quando soube que morreria decidi dar-te a resposta da pergunta que me fizeste quando tinha sete aninhos e a qual não respondi.Decidi dar-te o presente mais bonito que ninguém jamais faria por minha filha.. Te dou de presente minha vida inteira sem nenhuma condição para que faças com ela o que queiras. Vive filha!! Te amo com todo meu coração!”Alice chorou por todo dia e toda noite . No dia seguinte foi ao cemitério e se sentou sobre a tumba do seu papai; chorou tanto como ninguém poderia chorar. E sussurrou: - Papai… agora posso compreender quanto me amavas eu também te amava e ainda que nunca tenha dito, a importância de dizer –te “ Te amo” e te pediria perdão por haver guardado silencio tantas vezes. Nesse instante as copas da árvores balançavam, suavemente, caíram, algumas folha e florzinhas, e uma suave brisa roçou a face de Alice, olhou o céu, tentou enxugar as lágrimas do seu rosto, se levantou e voltou pra casa.
-Autor Desconhecido.

quinzeparameianoite:

Convite para Lágrimas:

O dia que nasceu nossa filha meu marido, não sentiu grande alegria. Por que a decepção que sentia parecia, ser maior do que o grande conhecimento de ter uma filha. “Ah! Eu queria um filho homem!” Lamentava meu marido.

Em poucos meses ele se deixou cativar pelo sorriso de nossa linda Alice e pela infinita inocência do seu olhar fixo e penetrante, foi então que ele começou a amá-la como loucura.
Sua carinha, seu sorriso não se apartavam mais dele. Ele fazia planos sobre planos, tudo seria para nossa Alice. Numa Tarde estávamos reunido em família,quando Alice perguntou a seu papai:
- Papai…. Quando eu completar quinze anos, qual será meu presente?
Ele lhe respondeu:
- Meu amor, você tem apenas sete aninhos, não lhe parece que falta muito tempo para essa data?
Respondeu Alice:
- Bem papai.. tu sempre diz que o tempo passa voando, ainda que eu nunca o tenha visto por aqui.

Alice já tinha quatorze anos e ocupava toda a alegria da casa, especialmente o coração do seu papai.
Num domingo fomos a igreja, Alice tropeçou, seu papai de imediato agarrou-a para que não caísse… Já sentados nos bancos da igreja, vimos como Alice foi caindo lentamente e quase perdeu a consciência. Seu papai agarrou-a e levou imediatamente para o hospital. Ali permaneceu por dez dias e foi então quando lhe informaram que Alice padecia uma grave enfermidade que afetava seriamente seu coração.Os dias foram passando, seu papai renunciou a seu trabalho para dedicar-se a Alice.Todavia, eu sua mãe, decidi trabalhar, pois não suportava ver Alice sofrendo tanto.

Numa manhã, ainda na cama, Alice perguntou a seu papai:

- Papai? Os médicos te disseram que eu vou morrer?
Respondeu seu papai.
- Não meu amor.. Não vais morrer, Deus é tão grande não permitiria que eu perca o que mais tenho amado neste mundo.
Perguntou Alice:
-Quando a gente morre vai pra algum lugar? Podem ver lá de cima sua família? Sabes se um dia pode voltar?
Papai:
- Bem filha,… Na verdade ninguém regressou de lá e contou algo sobre isso, porem se eu morrer, não te deixarei só , onde eu estiver buscarei uma maneira de me comunicar contigo, e em ultima instância utilizaria o vento para te ver. Alice:
- Vento? Como vai conseguir isso? Papai:
- Não tenho a menor idéia filhinha, só sei que se algum dia eu morrer, sentiras que estou contigo, quando um suave vento roçar teu rosto e uma brisa fresca beijar tua face.
Nesse mesmo dia a tarde , fomos informado pelos médicos que nossa Alice necessitava de um transplante de coração , pois do contrario ela só teria vinte dias de vida.
Papai:
- Um coração! Onde conseguir um coração? Um coração! Onde , Deus meu?
Nesse mesmo mês , Alice completaria seus quinze anos. E foi numa sexta–feira a tarde quando conseguira, um doador. Foi operada e tudo saiu bem. Alice permaneceu no hospital por quinze dias e nenhuma só vez seu papai foi visitá-la.Todavia, os médicos lhe deram alta e ela foi para sua casa. Ao chegar em casa Alice com ansiedade gritou:
- Papai! Papai!… Onde tu estas?
Eu sai do quarto com os olhos molhados e disse-lhe:
- Aqui estar um carta que seu papai deixou para você.
“Alice, filhinha do meu coração: No momento em que ler esta minha carta, já deve ter quinze anos e um coração forte batendo em teu peito, essa foi a promessa que me fizeram os médicos que te operaram.Não pode imaginar nem remotamente o quanto lamento não estar do teu lado neste instante. Quando soube que morreria decidi dar-te a resposta da pergunta que me fizeste quando tinha sete aninhos e a qual não respondi.Decidi dar-te o presente mais bonito que ninguém jamais faria por minha filha.. Te dou de presente minha vida inteira sem nenhuma condição para que faças com ela o que queiras. Vive filha!! Te amo com todo meu coração!”Alice chorou por todo dia e toda noite . No dia seguinte foi ao cemitério e se sentou sobre a tumba do seu papai; chorou tanto como ninguém poderia chorar.
E sussurrou:
- Papai… agora posso compreender quanto me amavas eu também te amava e ainda que nunca tenha dito, a importância de dizer –te “ Te amo” e te pediria perdão por haver guardado silencio tantas vezes.
Nesse instante as copas da árvores balançavam, suavemente, caíram, algumas folha e florzinhas, e uma suave brisa roçou a face de Alice, olhou o céu, tentou enxugar as lágrimas do seu rosto, se levantou e voltou pra casa.

-Autor Desconhecido.

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"O diabo dessa vida é que, entre cem caminhos, temos de escolher apenas um e viver com a nostalgia dos outros noventa e nove."
Caio Fernando Abreu (via apocalyptic-o)

(Source: mergulha-e-voa, via floresdatailandia)

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